|
|
|
|
| |
| Notícias Recentes: |
|
 |
NOVO HORÁRIO
Estimados clientes, informa-se que a partir de 1 de Outubro de 2009, a Livraria encontra-se aberta ao público também aos Sábados durante a tarde até as 18:00, tal como nos restantes dias da semana (excepto domingo) sendo a hora de almoço das 13:00 - 14:00 [mais...]
|
|
|
 |
em 3 minutos efectue uma
VISITA VIRTUAL da Livraria [mais...]
|
|
|
 |
BOLETIM
Acesso à base de dados facilitada com visualização resumida dos livros disponíveis, ou por autor, ou por família temáticas. Por favor clicar ao cimo da página a direita, em BOLETIM. [mais...]
|
|
|
| Livros Recentes: |
 |
|
Ref.: | 7033 |
|
|
|
Autor: | BRANDÃO, Júlio | |
Título: | BILHETE POSTAL AUTÓGRAFO | |
Desc.: | Inteiro postal dos correios, manuscrito pela frente e verso, dirigido ao poeta, filólogo e etnógrafo de português Manuel Cardoso Martha, assinado no final pelo punho de Julio Brandão e datado de Porto 27 de Abril (de 1919, pelo carimbo dos correios). | |
Obs.: | "... remeto já ao Joaquim de Amorim, como deseja, as provas tipográficas. Pediria meu bom amigo, contudo a frieza de confrontar as provas com o texto, visto que não me veio o original e não tenho cá rascunho ..." |
Preço: | 50 € |
|
|
|
 |
|
Ref.: | 7034 |
|
|
|
Autor: | BRANDÃO, Júlio | |
Título: | BILHETE POSTAL AUTÓGRAFO | |
Desc.: | Inteiro postal dos correios (sobretaxado com selo CERES de 4 c.), manuscrito pela frente e verso, dirigido ao poeta, filólogo e etnógrafo de português Manuel Cardoso Martha (director do periódico FEIRA DA LADRA), assinado no final pelo punho de Julio Brandão e datado de Porto 30 de Janeiro (de 1921, pelo carimbo dos correios). | |
Obs.: | "... o que é feito do In-Memoriam, acerca do E. de Queiroz. Perdeu-se na voragem(?) das edições de embrulho? Vai para 3 anos que estava a sair! Dois colaboradores falaram-me há tempos no assunto formidável, e eu prometi-he que ia sondar êsse abismo ..." |
Preço: | 70 € |
|
|
|
 |
|
Ref.: | 7035 |
|
|
|
Autor: | BRANDÃO, Júlio | |
Título: | BILHETE POSTAL AUTÓGRAFO | |
Desc.: | Inteiro postal dos correios, manuscrito pela frente e verso, dirigido ao poeta, filólogo e etnógrafo de português Manuel Cardoso Martha (director da revista FEIRA DA LADRA), assinado no final pelo punho de Julio Brandão e datado de Porto 9 de Maio (de 1919, pelo carimbo dos correios). | |
Obs.: | "... meu esquecido amigo! enviei-lhe há tempos um postal avisando de que seguiam as provas para a tipografia e pedindo a fineza de as mandar rever pelo original que não veio com elas. Ignoro se as provas chegaram ao seu destino, e se o postal que escrevi ao meu bom amigo também chegou ás suas mãos. Espero terá a gentileza de me informar o que vivamente lhe agradeço. Seria desagradável que o artigo saísse todo errado. Quando aparece o volume? ..." |
Preço: | 50 € |
|
|
|
 |
|
Ref.: | 7036 |
|
|
|
Autor: | FONSECA, Manuel da | |
Título: | ROSA DOS VENTOS. Desenhos de Manuel Ribeiro | |
Desc.: | Edição do Autor, Lisboa, 1940. In-8º de 71-(3) págs. Brochado. Lombada com sinais de manuseamento. Capas de brochura empoeiradas. Miolo com ocasionais manchas de humidade, próprio da qualidade do papel. DEDICATÓRIA AUTÓGRAFA. MUITO RARO. | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO DO PRIMEIRO LIVRO deste consagrado poeta neo-realista, autor de uma das mais importantes poemas do século XX - DOMINGO, aqui publicado. Fez parte do grupo do NOVO CANCIONEIRO e através da sua arte teve uma intervenção social e política muito importante, retratando o povo, a sua vida, as suas misérias e as suas riquezas, exaltando-o e, mesmo, mitificando-o.
Segundo Osvaldo Silvestre, "... a obra de Manuel da Fonseca (1911-1993) acaba por realizar o destino interventivo que desejou. De tal modo que não é possível estudá-la hoje à margem da mitologia revolucionária de que se alimentou, por longas décadas, a resistência ao regime, mitologia para a qual, afinal, contribuiu decisivamente. De certo modo poderíamos mesmo dizer que a sua obra coloca, como nenhuma outra, a questão da mitologia neo-realista - assim como a do neo-realismo enquanto mitologia (...)"
A publicação de Rosa dos Ventos em 1940, altura em que o neo-realismo na poesia não conseguira ultrapassar a inconsistência de algumas tentativas exploratórias, veio viabilizar uma alternativa ao presencismo dominante.
"A sua poesia propor-se-á como oralidade dramática, pela qual a enunciação é delegada num vasto friso de personagens que assim conquistam finalmente a sua voz, no que é afinal uma reparação feita a todos aqueles a quem a História interditara a voz, relegando-os para a esfera do não-dito - e daí a oralidade desta poesia, tão devedora no tom e nas formas poéticas de tradições maioritariamente populares, isto é, não cultas. É esta, pois, uma poesia em que o realismo se declina em termos históricos e, sobretudo, materialistas, pela forma como se enraíza na concretude de personagens e situações."
ALVARO RIBEIRO DOS SANTOS-1288 |
Preço: | 300 € |
|
|
|
 |
|
Ref.: | 7041 |
|
|
|
Autor: | HELDER, HERBERTO | |
Título: | DO MUNDO | |
Desc.: | Assírio & Alvim, Lisboa, 1994. in-8º de 87-(5) págs. Br. | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO deste apreciado livro de poesias parcialmente inédito, inserido na colecção Peninsulares/Literatura. |
Preço: | 75 € |
|
|
|
 |
|
Ref.: | 7042 |
|
|
|
Autor: | HELDER, HERBERTO | |
Título: | POEMACTO | |
Desc.: | Contraponto, Lisboa, 1961. In-8º de 30-(2) págs. br. A folha de guarda apresenta um defeito do próprio papel de embrulho, defeito este que é característico da qualidade inferior do papel empregado na impressão. | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO DE UM DOS MAIS RAROS LIVROS DO AUTOR, o terceiro da sua importante bibliografia. |
Preço: | 500 € |
|
|
|
 |
|
Ref.: | 7040 |
|
|
|
Autor: | HELDER, HERBERTO | |
Título: | OS PASSOS EM VOLTA | |
Desc.: | Portugália Editora, Lisboa, 1963. In-8º de 160-(3) págs. Br. Exemplar em muito bom estado de conservação. | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO já rarao no mercado deste importante primeira obra em prosa de Herberto Helder.
"...Herberto Helder deve grande parte da sua notoriedade a esta obra, que se configura como um livro de contos onde a fantasia do poeta se disciplina por um mínimo de enredo e de referências claramente objectivas, o que o reporta a um transcendentalismo que possui ainda algo de romântico. Mas, mais do que um livro de contos onde Herberto Helder reuniu textos de uma excepcional qualidade poética, Os Passos em Volta é uma deambulação particular por diversas vertigens, que prenuncia o volume de autobiografia romanceada Apresentação do Rosto (1968). Ambas estas obras se inscrevem num tipo de literatura pouco praticada entre nós, uma literatura de «diagnóstico psicótico», em que a auto-interpretação deriva directamente da interpretação dos sonhos. A literatura tem assim como objectivo, ajustar as experiências do narrador ao ângulo de recepção do leitor.
Os Passos em Volta representam os passos de um homem que lucidamente tenta descobrir o sentido da sua existência, e que não conseguindo obter nenhuma resposta a partir do transcendente, tenta traduzi-lo para a matéria do presente. Deste modo, o único sentido para a vida será o poema-corpo, donde parte e onde regressa o viajante que, das coisas que viu, traz uma «sabedoria vil, esmagadora». É considerando o corpo como sagrado e milagroso que o percurso da idade assume um carácter redentor, sendo que assim o viajante atinge o Reino da Utopia: um «lugar de sol» no país da linguagem...". |
Preço: | 235 € |
|
|
|
 |
|
Ref.: | 7038 |
|
|
|
Autor: | HELDER, HERBERTO | |
Título: | A CABEÇA ENTRE AS MÃOS | |
Desc.: | Assírio & Alvim. Lisboa. 1983. In-8º de 41-(1) págs. brochado. Exemplar como novo. | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO do livro inserido na colecção Cadernos Peninsulares. Na opinião de Nuno Júdice, a poesia de Herberto Helder tornou-se um momento ímpar na afirmação daquilo que, em Portugal, se pode considerar como a mais conseguida realização do visionarismo poético ocidental, que recebe a herança de Rimbaud e Lautréamont e passa pelo surrealismo. Herberto Helder é sem dúvida, na opinião de outros críticos literários, o poeta mais importante da sua geração e a mais curiosa e intrigante personalidade do nosso experimentalismo. Radicando-se na tendência surrealista, a sua poesia revela uma excepcional riqueza de recursos expressivos com um grande poder encantatório gerando-se na zona originária do ser em que a criação absoluta torna imperioso ao poema “ ... vencer a fascinação do incriado e impor uma ordem e uma harmonia ao turbilhão interior ...” (António Ramos Rosa).
Escreve Maria de Fátima Marinho em O Surrealismo em Portugal (Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 1987): «[...] a produção de Herberto Helder não se esgota nas suas ligações com o surrealismo, abrangendo uma área mais vasta que atinge entre outras a poesia experimental e concreta. É, contudo, importante ressaltar que o autor [...] é um dos casos em que o surrealismo português alcança um nível mais elevado. Talvez porque não é puro, talvez porque Herberto Helder nunca pretendeu, teoricamente, ser surrealista, mas foi, frequentemente, na prática. [...]» |
Preço: | 130 € |
|
|
|
 |
|
Ref.: | 7037 |
|
|
|
Autor: | HELDER, HERBERTO | |
Título: | O CORPO O LUXO A OBRA. | |
Desc.: | & etc.Lisboa. 1978(aliás CONTRAPONTO). In- 8º de (4)-19- (3) págs. Br. Exemplar muito limpo. Apresenta em hors-texte a reprodução de um desenho de Carlos Ferreiro. Insignificante e muito leve risco na capa. | |
Obs.: | Edição "pirata" ou contrafação realizada por Luis Pacheco, no mesmo ano da edição da &etc. No colofon refere ser uma tiragem de 600 exemplares, no entanto, o "editor-pirata" luis Pacheco refere ser de 1000 exemplares. Edição em tudo igual com a diferença de aparecer os dizers da Contraponto e 2ª edição na capa de brochura. Mesmo assim RARO.
Na opinião de Nuno Júdice, a poesia de Herberto Helder tornou-se um momento ímpar na afirmação daquilo que, em Portugal, se pode considerar como a mais conseguida realização do visionarismo poético ocidental, que recebe a herança de Rimbaud e Lautréamont e passa pelo surrealismo. Herberto Helder é sem dúvida, na opinião de outros críticos literários, o poeta mais importante da sua geração e a mais curiosa e intrigante personalidade do nosso experimentalismo. Radicando-se na tendência surrealista, a sua poesia revela uma excepcional riqueza de recursos expressivos com um grande poder encantatório gerando-se na zona originária do ser em que a criação absoluta torna imperioso ao poema “ ... vencer a fascinação do incriado e impor uma ordem e uma harmonia ao turbilhão interior ...” (António Ramos Rosa). |
Preço: | 150 € |
|
|
|
| |
|
| |
|
|
|
|