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| Livros Recentes: |
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Ref.: | 7469 |
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Autor: | ARCHER, Maria | |
Título: | A MORTE VEIO DE MADRUGADA - romance policial | |
Desc.: | Coimbra Editora, Coimbra, 1946. In-8.º de 223 págs. Br.
Dedicatória não autógrafa no fronstispício.
Por abrir. Capa de brochura ilustrada por Vitor Palla | |
Obs.: | "Dizia João Gaspar Simões, em 1930 «Não conheço mesmo outra (escritora portuguesa) que à audácia dos temas e das ideias alie uma expressão tão enérgica e pessoal. O seu estilo respira força e solidez.»"
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Preço: | 18 € |
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Ref.: | 7422 |
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Autor: | BARRENO, Maria Isabel & HORTA, Maria Teresa & COSTA, Maria Velho da | |
Título: | NOVAS CARTAS PORTUGUESAS | |
Desc.: | Estúdios Cor, Lisboa, 1972. In-8.º de 389 págs. Br.
Primeira edição. | |
Obs.: | Em 1972, dois anos antes da Revolução dos Cravos e da conseqüente independência das colônias portuguesas no continente africano, publicou-se “As Novas Cartas Portuguesas”, pelas chamadas três Marias (as autoras, Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa); tal obra foi considerada deletéria ao regime e proibida pelo regime; foi aberto um processo contra as autoras, o que lhes tornou famosas - foram proibidas de sair do país e não podiam ser referidas na imprensa, e só se livrariam do processo após o 25 de Abril de 1974. Os textos foram considerados “imorais” e “pornográficos”, pois retratavam mulheres livres, que questionam sua identidade e expressam o desejo de acessar novas idéias sociais e religiosas; em tom de revelação, com várias vozes narrativas, a obra propõe-se a resolver todos os paradoxos possíveis na relação entre homens e mulheres.
Tal livro, composto por textos em prosa e em verso, pode ser considerado o introdutor do pensamento feminista na literatura portuguesa. As mulheres começam a falar sobre seu corpo, sobre os prazeres e sofrimentos de sua relação carnal com os homens, e chocam a sociedade portuguesa por conta disso. O livro é composto de fragmentos, o que expressa a própria concepção da mulher portuguesa, mas transmitindo uma só mensagem: a mulher também tem voz, e sabe falar. |
Preço: | 30 € |
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Ref.: | 7460 |
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Autor: | BASTO; Alvaro | |
Título: | A ORGANIZAÇÃO DAS FACULDADES DE SCIENCIAS EM PORTUGAL por ... | |
Desc.: | F. França & Armenio Amado, Editores, Coimbra, 1912. In-8º peq de 103 págs. Br. Desconjuntado. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior. Capas com ligeiros e insignificantes defeitos. | |
Obs.: | |
Preço: | 20 € |
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Ref.: | 7433 |
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Autor: | BRITO, Casimiro de | |
Título: | PRÁTICA DA ESCRITA EM TEMPO DE REVOLUÇÃO | |
Desc.: | Editorial Caminho, Lisboa, 1977. In-8.º de 172(2) págs. Br. | |
Obs.: | Encerra, nomeadamente, os seguintes temas: O Ano de 1993, de José Saramago; Os Grão-Capitães, de Jorge de Sena; Uma leitura de Soeiro Pereira Gomes; Revolução Necessária de José Gomes Ferreira; O 25 de Abril e o Problema da Independência Nacional de António Borges Coelho; Boca incompleta de António Ramos Rosa; Sobre a poesia de José Gomes Ferreira; A literatura é uma Arma? |
Preço: | 18 € |
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Ref.: | 7431 |
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Autor: | CABRAL, Alexandre | |
Título: | OS CRIMES DA MONARQUIA | |
Desc.: | Seara Nova, Lisboa, 1973. In-8.º de 150(1) págs. Br.
Recolha, introdução e notas de Alexandre Cabral. | |
Obs.: | Julgamento realizado em 1891 no Supremo Tribunal da "Justiça" (Jornal Académico Republicano de Lisboa) |
Preço: | 18 € |
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Ref.: | 7439 |
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Autor: | COSTA, Maria Velho da | |
Título: | MAINA MENDES | |
Desc.: | Moraes Editores, Lisboa, 1969. In-8.º de 288(3) págs. Br. O miolo apresenta ligeira acidez marginal.
Colecção "Círculo de Poesia". | |
Obs.: | Segundo livro da autora.
O livro que lançou internacionalmente o nome de Maria Velho da Costa foi a obra colectiva "As Novas Cartas Portuguesas" (1972), na qual participaram, também, Isabel Barreno e Maria Teresa Horta. A obra marcou profundamente a sociedade portuguesa da época e custou às respectivas autoras um processo judicial - foram proibidas de sair do país e não podiam ser referidas na imprensa -, do qual só se veriam livres após o 25 de Abril de 1974.
Mas já alguns anos antes, em 1969, Maria Velho da Costa revolucionara a ficção portuguesa contemporânea com "Maina Mendes", cuja protagonista é uma mulher que perdeu a fala e que, a partir dessa mudez, para citar o prefácio de Eduardo Lourenço à segunda edição do livro, vai "inventar a fala, nem masculina nem feminina, apenas autónoma e soberana, de que os homens usufruem sem riscos e desde sempre, por direito divino". |
Preço: | 20 € |
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Ref.: | 7423 |
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Autor: | FILIPE, Daniel | |
Título: | MISSIVA - poemas | |
Desc.: | Lisboa, 1946. In-8.º de 114(2) págs. Br. Ocasionais picos de acidez nas capas de brochura, mas o miolo apresenta-se muito limpo.
Primeiro livro do autor. | |
Obs.: | Raro.
Daniel Damásio Ascensão Filipe (Ilha da Boavista, Cabo Verde, 1925 - 1964) foi um poeta e jornalista de Cabo Verde.
Fez os seus estudos liceais em Portugal e, mais tarde, foi co-director dos cadernos "Notícias do Bloqueio", colaborador assíduo da revista "Távola Redonda" e realizador, na Emissora Nacional, do programa literário "Voz do Império". Combateu a ditadura salazarista, sendo perseguido e torturado pela PIDE. |
Preço: | 50 € |
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Ref.: | 7465 |
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Autor: | FOXÁ, Agsutin de (trad. António Manuel Couto Viana) | |
Título: | 10 POESIAS SOBRE A GUERRA CIVIL ESPANHOLA | |
Desc.: | (Gráfca de Coimbra) Coimbra, 1972. In-8º de 43 págs. Br. Nítida impressão sobre papel encorpado e ilustrado á parte sobre papel couché com desenhos de Juan Soutillo. | |
Obs.: | "... como contributo pobre para o conhecimento, entre nós, de alguns textos importantes que permitam um juízo imparcial sobre a literatura espanhola durante os anos de 1936 a 1939, traduziram-se e dão-se à estampa dez poesias de augustín de Foxá. Tal preferência não se baseia numa hierarquia de valor. É um propósito sentimental. Algumas poesias deste autor chegaram até mim, durante o conflito espanhol, e entusiasmaram a minha juventude que aprendia a amar, conscientemente, a Pátria, a Beleza, o Heroísmo. Saudoso de um tempo de oiro, as verti agora, carinhosa e respeitosamente, para português ...". |
Preço: | 18 € |
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Ref.: | 7280 |
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Autor: | GUISADO, Alfredo Pedro | |
Título: | DISTANCIA - versos | |
Desc.: | Livraria Ferreira Lda Editora, Lisboa, 1914. In-8.º de 31(2) págs. Br. Dedicatória autógrafa no ante-rosto. | |
Obs.: | PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo livro do poeta e um dos mais invulgares da sua bibliografia. Este livro "marca a estreita identificação de Alfredo Guisado com a estética do paúlismo, em consonância com a então recente publicação, por Fernando Pessoa, das "Impressões do Crepúsculo".
Escreveu Nuno Júdice que "A sua poesia é uma das mais conseguidas realizações da linha estética que, nessa revista, vai buscar ao simbolismo-decadentismo a sua inspiração. O equilíbrio dos seus sonetos, longe das ousadias paúlicas que se encontram em Fernando Pessoa ou em Mário de Sá-Carneiro, vai na direcção do Saudosismo e prenuncia (...) alguns dos grandes temas da Mensagem de Pessoa. |
Preço: | 125 € |
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Ref.: | 7436 |
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Autor: | GUYOMARD, George | |
Título: | LA DICTATURE MILITAIRE AU PORTUGAL - Impression d'un français retour de Lisbonne | |
Desc.: | Presses Universitaire de France, Paris, 1927. In-8.º de 112 págs. Br.
Exemplar com ligeiros picos de acidez e sinais de manuseamento. | |
Obs.: | |
Preço: | 28 € |
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Ref.: | 7466 |
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Autor: | JANEIRO; Armando Martins | |
Título: | O JARDIM DO ENCANTO PERDIDO. Aventura Maravilhosa de Wenceslau de Moraes no Japão. | |
Desc.: | Porto, Manuel Barreira- Editor, (1956). In-4o peq. de 286-II págs. Brochado, com as capas ilustradas. Livro impresso em papel de arroz japonês, belamente ilustrado com estampas xilográficas a cores, em papel especial, também japonês assim como gravuras "blind-print". Valorizado com diversos retratos de Wenceslau de Moraes, fotografias do seu túmulo, etc. As folhas, à maneira oriental, são dobradas lateralmente, estando o nosso exemplar intacto. Tiragem reduzida de 300 exemplares, numerados, sendo o presente o no 208. Manchas insignificantes de humidade, dada a elevada porosidade do papel. | |
Obs.: | RARO |
Preço: | 200 € |
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Ref.: | 7464 |
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Autor: | MADEIRA, Pedro | |
Título: | O ESCÂNDALO DA PROSTITUIÇÃO DE MENORES EM PORTUGAL. Ensaio de ... | |
Desc.: | Editorial do Povo, Lisboa, 194(?). In-8º peq. de 97 págs. Br. | |
Obs.: | Ensaio que descreve e denuncia situações então ocorridas em Lisboa. Muito curioso e INVULGAR. |
Preço: | 35 € |
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Ref.: | 7479 |
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Autor: | MANUEL FILIPE | |
Título: | A MORTE DA ÁGUIA (desenho pela frente e pintura no verso) | |
Desc.: | Mancha: 25 x 35 cm ; Emoldurado: 35 x 45 cm.
assinado e datado MANUEL FILIPE, 1942
Frente: desenho a grafite montado sobre placa de madeira prensada. Verso: tela com pintura a óleo sobre a qual tem uma etiqueta colada com dedicatória autógrafa e datada a Somer Ribeiro.
Proveniencia: ex-colecção Sommer Ribeiro; ex-colecção Prof. Dr. Pedro Dias | |
Obs.: | o pintor MANUEL FILIPE toma os primeiros contactos com a arte plástica em 1921, tendo realizado uma série de cartazes para as festas da Queima das Fitas na Academia de Coimbra. Realiza a sua primeira exposição em 1938. Em 1946 participa na primeira exposição das toleradas Exposições Gerais de Artes Plásticas da SNBA sendo também numa exposição da SNBA (1947) que a PIDE faz retirar trabalhos seus da "Fase Negra". Em 1961 participa na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian. Nos anos 80, numa série de programas sobre Arte Moderna portuguesa realizados pela RTP, POR RUI MÁRIO GONÇALVES E MÁRIO DIONÍSIO, a sua obra é incluída na emissão dedicadad ao Neo-Realismo e comentada por Rocha de Sousa. No ano seguinte faz uma doação de 30 quadros ao Ministério da Cultura.
Manuel Filipe decide dedicar-se a "fundo" ao desenho e à pintura no periodo de 1942 a 1945 e realiza neste periodo a maior pate das suas obras da sua chamada "Fase Negra". executada com mina branda "Hartmouth" de cor negra. Mas não abandona de todo a policromia, como o mostra a sua importante obra de então "O Crepúsculo", assim como a obra que aqui se apresenta para venda.
São muito raros os trabalhos plásticos que aparecem para venda deste autor, uma vez que nunca realizava vendas da sua obra e ainda fez uma importante doação à Fundação Calouste Gulbenkian sendo o restante espólio doado à Camara Municpal da sua terra natal - Condeixa-a-Nova. |
Preço: | 1250 € |
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Ref.: | 7475 |
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Autor: | MELLO, D. Francisco Manoel de | |
Título: | APOLOGOS DIALOGAES | |
Desc.: | Officina de Mathias Pereyra da Sylva, & Joam Antunes Pedrozo, Lisboa, 1721. In-8.º de 464 págs. Encadernação do século XIX em carneira marmoreada, com dourados na lombada e sobre rótulo beje.
Apresenta ligeiros sinais de manuseamento com especial prejuizo dos cantos. Mas o miolo apresena-se muito limpo, preservando a sonoridade original do papel. | |
Obs.: | D. Francisco Manuel de Melo (Lisboa, 23 de Novembro de 1608 – 24 de Agosto de 1666) foi um escritor, político e militar português, ainda que pertença, de igual modo, à história literária, política e militar da Espanha. Historiador, pedagogo, moralista, autor teatral, epistológrafo e poeta, foi representante máximo da literatura barroca peninsular. Dedicou-se à poesia, ao teatro, à história e à epistolografia. Tendo publicado cerca de duas dezenas de obras durante a sua vida, foi ainda autor de outras, publicadas postumamente. Aliou ao estilo e temática barroca (a instabilidade do mundo e da fortuna, numa visão religiosa) o seu cosmopolitismo e espírito galante, próprio da aristocracia de onde provinha.
Os quatro “Apólogos Dialogais”, de 1721, juntam várias obras: textos de crítica social e moral (“Relógios Falantes”, “Escritório do Avarento”, “Visita das Fontes”) e de crítica literária (“Hospital das Letras”, escrito em 1657, é considerado a primeira obra de crítica literária verdadeiramente estruturada, em português).
Página de rosto dos Apólogos Dialogais de D. Francisco Manuel de Melo
Os apólogos, considerados pelo próprio D. Francisco como obras “esquisitas”, consistem em diálogos entre objectos (excepto o “Hospital de Letras”, onde o diálogo é estabelecido entre os autores Trajano Bocalino, Justo Lípsio, Francisco Quevedo e o próprio D. Francisco Manuel de Melo), muito apreciados pelo seu refinamento palaciano e ironias subtis. O autor serve-se para fazer uma crítica de costumes não demasiado corrosiva, diplomática, até, ainda que recorrendo à sátira.
Em “Relógios falantes” o autor põe a discutir dois relógios de igreja - da Igreja das Chagas e da vila de Belas, representando a cidade e o campo – de forma a fazer ressaltar que em todos os sítios onde vivem homens (seja no meio campesino ou no meio urbano) existe hipocrisia e frivolidade.
Em “Escritório do Avarento” são quatro moedas, numa gaveta de um avarento, que discutem a corrupção.
E “Visita das fontes”, conversam a Fonte Nova do Terreiro do Paço, a Fonte Velha do Rossio, a Estátua de Apolo, que ornamenta a primeira e o sentinela que guarda a fonte. Aqui, num lugar bastante concorrido da época, são classificados os transeuntes consoante os seus vícios, fazendo-se um retrato satírico da sociedade lisboeta da época.
No “Hospital de Letras”, além de se apontarem defeitos dos autores nacionais, são elogiados Gil Vicente, Sá de Miranda, Luís de Camões, António Ribeiro Chiado, Jorge Ferreira de Vasconcelos, entre outros. |
Preço: | 180 € |
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Ref.: | 7384 |
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Autor: | QUADROS, António (alias João Pedro Grabato Dias; alias Mutimati Bernabé João; alias Ioannes Garabatus) | |
Título: | AS QUYBYRYCAS-POEMA ÉPICO EM OUTAVAS, QUE CORRE COMO SENDO DE LUIS VAAZ DE CAMÕES EM SUSPEITÍSSIMA ATRIBUIÇÃO DE FREI IOANNES GARABATUS | |
Desc.: | Lourenço Marques, 1972. In-8.º (páginas inumeradas). Br. Dado o tipo de crtonagem editorial, é habitual os exemplares desta obra apresentarem-se com algumas folhas soltas, tal como o que se apreenta possui. No entanto, muito limpo e bom estado. | |
Obs.: | PRIMEIRA E RARA EDIÇÃO deste espantoso poema em dez cantos..
As Qvybyrycas são 1180 oitavas, ou seja, nove mil quatrocentos e quarenta versos. O prefácio é de Jorge de Sena. Frey Ioannes Garabatus, tal como Mutimati Barnabé João, corresponde a um dos heterónimos do poeta João Pedro Grabato Dias (1933-1994), que não é outro senão o pintor António Quadros ou, se preferirem, o doutor em arquitectura António Augusto Melo de Lucena e Quadros. O autor d’As Qvybyrycas nasceu e morreu em Viseu, mas viveu em Moçambique durante 25 anos (1961-86). |
Preço: | 100 € |
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