Banner Homepage

Palavras chave | Key Words

Açores | África | Afrodite | Agricultura | Alemanha | Alentejo | Algarve | América | Anais | Angola | Anti-Clericalismo | Antigo Regime | Antologia | Aramaico | Arqueologia | Arquitectura | Arquitectura Militar | Arquitectura Religiosa | Arte | Arte Monumental | Arte Popular | Arte Portuguesa | Artes Decorativas | Artes Plásticas | Artesanato | Autógrafos | Aveiro | Azurara | Bacalhau | Barrancos | Beira | Bibliofilia | Bibliografia | Biografia | Botânica | Braga | Bragança | Brasil | Cabo Verde | Caça | Calão | Camiliana | Camões | Campo Maior | Canada | Caricaturas | Casa de Bragança | Castelo Branco | Castelo de Vide | Catálogo | Ceilão | Censura | Cerâmica | Cervantes | Ceuta | Chaves | China | Ciências | Ciganos | Cinema | Cister | Coimbra | Colonização | Conto | Contos | Correspondência | Costumes | Cristãos Novos | Crítica | Crónica | Cuba | Culinária | D. Henrique | Dança | Descobrimentos | Descolonização | Diário | Dicionário | Diplomacia | Direito | Ditadura | Douro | Economia | Edição especial | Educação | Educação Sexual | Emigração | Ensaio | Ensino | Epístola | Epistolografia | Ericeira | Erotismo | Escultura | Esoterismo | Espanha | Estado Novo | Estanho | Estoril | Estremoz | Estudos Pessoanos | Etnografia | Europa | Évora | Fauna | Fernando Pessoa | Figueira da Foz | Filologia | Filosofia | Flora | Folclore | Fotografia | França | Fundão | Galiza | Genealogia | Geografia | Gil Vicente | Goa | Grécia | Guerra | Guerra Colonial | Guerra Peninsular | Guiné | Hagiografia | Hebraico | História | História Natural | Humanismo | Idade Média | Igreja | Iluminura | Ilustração | Imprensa | In Memoriam | Índia | Industria | Inglaterra | Inquisição | Invasões Francesas | Islão | Itália | Japão | Jesuítas | Jogo de Cartas | Jornalismo | Judeus | Latim | Leiria | Liberalismo | Linguagem | Linguística | Lisboa | Literatura | Literatura de Cordel | Literatura de Viagens | Literatura Infantil | Literatura portuguesa | Livro | Livros Proibidos | Macau | Maçonaria | Madeira | Malacologia | Mariana Alcoforado | Marinha | Marquês de Pombal | Marrocos | Medicina | medieval | Memórias | Militar | Minho | Misericórdias | Missões | Mitologia | Moçambique | Modernismo | Monarquia | Monarquia Constitucional | Muçulmanos | Música | Música Portuguesa | Neo-Realismo | Novela | Numismática | Ordem Monástica | Oriente | Ourivesaria | Patuleia | Pedagogia | Pesca | Pintura | Piratas | Poesia | Polémica | Polícia | Política | Porto | Portugal | Presença | Primeira Guerra Mundial | Primeiras edições | Propaganda | Prostituição | Publicidade | Queirosiana | Quintentista | Rafael Bordalo Pinheiro | Raro | Regional | Religião | Religiosa Portuguesa | Renascimento | República | Restauração | Revista | Ribatejo | Romance | Romanceiro | Romantismo | S. Tomé e Príncipe | Salazar | Santarém | Sátira | Sebastianismo | Segunda Guerra Mundial | Sermão | Sexualidade | Sociedade | Solares | Surrealismo | Tauromaquia | Tavira | Teatro | Tecnologia Tradicional | Teologia | Termas | Terminologia Militar | Timor | Tipografia | Tiragem Especial | Torres Vedras | Tradução | Trás-os-Montes | Tratado | Turismo | Ultramar | Universidade | Viagens | Viana do Castelo | Vila Nova de Gaia | Vila Real | Vinho | Viseu | Vista Alegre | Zoologia

Módulo background

Montra de Destaques

Referência:14032
Autor:ANDRADE, José Ignácio de
Título:CARTAS ESCRIPTAS DA ÍNDIA E DA CHINA nos anos de 1815 a 1835 por ... a sua mulher D. Maria Gertrudes de Andrade. Segunda edição.
Descrição:

Tomo I (e II). Na Imprensa Nacional. Lisboa. 1847. In 8º de 2 volumes com (22) - 245 - (3) e (10) - 235 - (8) págs. respectivamente. Encadernação coeva meia inglesa com elaborados ferros gravados a ouro na lombada de pele, esta com ligeiros e insignificantes defeitos acentuados no primeiro volume. Cantos do primeiro volume com ligeiro sinais de manuseamento descuidado. Miolo impecável, muito limpo com rarísimos picos de acidez.

Observações:

2ª EDIÇÂO. Frei Francisco de S. Luis (Cardeal Saraiva) refere que o autor nos deu a conhecer “... os costumes, as leis, o génio e o singular caracter do grande Império da China, fazendo justiça ao espirito, e ao valor dos antigos portuguezes ...”. É de facto notável o desenvolvimento dado pelo o autor aos curiosos costumes orientais, bem como á história da presença dos portugueses por aquelas paragens. Ilustrado com doze belos retratos litográficos, de sua mulher, de Domingos António de Sequeira, de Rodrigo Ferreira da Costa e de importantes personagens chineses.

As cartas apresentam os seguintes títulos: Sahida de Lisboa; Ensaio da navegação em mar largo; Entrada em Calcuttá; Carta-Bade-Chasta-Brima; Das leis e sua applicação; Sacrificio das viuvas; Ordens religiosas; Decadencia do Indostão; Os lusitanos, e os inglezes na Africa, e na India; Caracter do governo inglez; Costumes dos naires; Palacio Mogol; Jardins de Calcuttá; Estado acual de Maco; Entrada, e sahida dos Jesuitas na China; Principios politicos, e moraes de Confucio, e de Meng-Tscu; Caracter, costumes, e retrato dos chinezes; População, e rendimento público; Amostra das leis chinezas; Da astronomia, e da geographia; Juizo sobre Fernão Mendes Pinto, e sobre algumas cousas vistas por elle na China; Da Medicina; Do espaço e do tempo; Da materia, e suas propriedades; Do movimento; Systema planetario; Effeitos da lua; Liberdade civil dos chineses; Costumes na mesa; Festividade chineza; Agricultura; Cultura, fabrico, e virtudes do chá; Juizo sobre a poesia, extrahido do Cou-King; Canção do Philosopho Lean; Da pintura; Do suicidio; Ilha de Santa Helena; Estado de Portugal;  entre muitos outros.

Segundo Manuela Delgado Leão ramos, esta obra de Ignácio de Andrade, que, como convidado ilustrado, percorre a China dos anos 1815-1830 onde ouviu palestras sobre a cultura chinesa em casa dos seus amigos Chá-Amui e Saoqua (onde, aliás, também explica a “filosofia experimental” europeia), num período em que a imagem da China sofre em Portugal o mesmo processo que no resto da Europa: a passagem de uma sinofilia a uma sinofobia. Esta mudança reflecte, nas suas particularidades, os moinhos de vento com que se debatia o pensamento europeu, e os ventos dominantes que, mais ou menos intensamente, chegavam cá também para moer a ‘farinha’ nacional .

José Inácio de Andrade nasceu nos Açores em 1780 e morreu em Lisboa, em 1863. Como oficial da Armada empreendeu várias viagens à Índia e à China. Foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Lisboa e figura destacada das letras portuguesas da época, deixando vasta obra.

Preço:175,00€

Referência:13900
Autor:autoria indefinida
Título:O GRANDE LIVRO DE S. CYPRIANO ou O Thesouro do Feiticeiroa edição mais completa que se tem publicado até hoje
Descrição:

Livraria Económica, Lisboa, S/D. Três volumes num só de 120-(2)-111-120 . Encadernação coeva em pele com sianis de manuseamento . Sem capas de brochuras.

INVULGAR.

Observações:

Advertência:

São muitas as edições que hão publicado do Livro de São Cypriano, e todas ellas, ao que parece, têem sido bem acolhidas pelo público.
Todas essas edições, porém, são divididas em dois volumes, ou duas partes, e não está, por conseguinte nenhuma d'ellas completa.
A obra que agora trazemos a publico, sob o título de O Grande Livro de São Cypriano ou O Thesouro do Feiticeiro, consta de três volumes ou três partes distinctas, a saber:

Primeiro:
Vida de São Cipriano; Orações para o meio-dia, Trindades e meia-noite; Maneira de desencantar thesouros e os lugares onde se encontram os mesmos; Explicação dos phantasmas e sombras; Arte de deitar as cartas; Maneira de ler as sinas, etc.

Segundo:
A cruz de São Bartholomeu e São Cypriano; Verdadeiro thesouro da mágica preta e branca; Segredos da feitiçaria, para o bem e para o mal; Receitas para apressar casamentos, etc.

Terceiro:
Enguerimanços de São Cypriano, ou prodígios do Diabo, história verdadeira acontecida no reino da Galliza; Os thesouros da Galliza; Espíritos diabólicos que infestam as casas com estrondos, e remédios para os evitar; Alchimia ou arte de fazer ouro; Poderes occultos do ódio e do amor; História da Sempre Noiva; Buena-dicha, etc.

Preço:75,00€

Referência:13958
Autor:AVEIRO, Valdemar
Título:HISTÓRIAS DESCONHECIDAS DOS GRANDES TRABALHADORES DO MAR recordações da pesca do bacalhau
Descrição:

Editorial Futura, Lisboa, 2009. In-8º de 226 págs. Br. Ilusstrado em extra-texto com fotografias a preto e branco.

Observações:

Obra que aborda a faina do bacalhau em navios da pesca de arrasto.

Da Badana


"A mestria aqui é tanto mais sedutora e cativante quanto não pertence ao reino do fingimento e, muito menos da ficção ou da invenção, fazendo-se acompanhar de notáveis qualidades, amáveis e aprazíveis no trato com o leitor, à imagem do seu autor: a sageza, a lhaneza, a coloquialidade, a simplicidade, a simpatia e a bonomia. Diria mesmo que Valdemar Aveiro escreve musicalmente tocando as cordas da sua lira em pizzicato, numa técnica sem parangonas nem espaventos, num tom sem alardes nem tremendismos, consoante ensinava o famoso e clássico Mestre em pizzicatos que foi Monteverdi; qui si lascia l’arco, e si strappano le corde com duoi diti.

Tão simples, tão fácil, tão difícil, tão subtil como isso. E, sobretudo, arriscado na corda tensa do escrever, no tremer da escrita. Já lá escrevia o nosso Padre António Vieira que não há cousa mais escrupulosa no mundo que papel e pena: dois dedos com uma pena na mão é o ofício mais arriscado que tem o género humano."

Preço:15,00€

Referência:13995
Autor:BEIRÃO, Caetano
Título:D. MARIA I 1777-1792: Subsídios para a Revisão da História do seu Reinado
Descrição:

Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1934.In-8º de 474 pags. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada. Conserva capas de brochura. Ilustrado em extratexto com quatro heliogravuras e fac-similes de várias cartas.

PRIMEIRA EDIÇÃO

 

Observações:

Estudo exaustivo e documentado sobre a primeira rainha de Portugal que recebeu o prémio Alexandre Herculano do Secretariado de Propaganda Nacional.

“Era excepcionalmente favorável, se não brilhante, a situação de Portugal, ao atingir seu termo [em 1792] o reinado efectivo de D. Maria I. Enquanto convulsões internas, ameaças de guerra, dificuldades económicas e políticas flagelavam outros países, aqui, na pequena casa lusitana, a vida decorria suavemente, alegremente, como numa grande família, em que todos, desde o chefe ao último dos filhos, trabalhassem para o bem comum.

País nenhum precisava menos do que o nosso dos solavancos perigosos duma revolução. Progredia-se em todos os ramos da actividade colectiva.

Lançavam-se os fundamentos das grandes escolas modernas, empreendiam-se múltiplas viagens de exploração e de estudo aos nossos domínios ultramarinos e ao estrangeiro, procurava-se disseminar o ensino e levá-lo às classes humildes da sociedade, abriam-se estradas, melhorava-se o serviço dos correios, protegiam-se as indústrias nacionais, inauguravam-se fábricas, aperfeiçoavam-se os serviços hospitalares e, justamente no ano em que a Rainha deixou de governar dava-se começo às obras do teatro de S. Carlos, belo monumento a atestar o grau de cultura de uma época...

A par destes progressos de vária ordem, procurava o governo de D. Maria I facilitar o viver das camadas populares, não se limitando a ir ao encontro das suas necessidades materiais, mas elevando-as e dignificando-as no campo propriamente social”.

Preço:30,00€

Referência:13913
Autor:BRITO, Raquel Soeiro de
Título:GOA E AS PRAÇAS DO NORTE
Descrição:

Junta de Investigações do Ultramar, Lisboa,  1966. DIn-8º de  197-(128) pags. Encadernação editorial cartonada preservando sobrecapa de protecção. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com fotografias a preto e branco e a  cores e com mapas desdobráveis (geográficos, políticos, demográficos) com a ocupação do solo, nos territórios em geral.

Observações:

Obra bastante detalhada sobre o trabalho de campo realizado, entre 1955 e 1956, sob a direcção de Orlando Ribeiro, ao serviço da Missão de Geografia da Índia.
Goa e as Praças do Norte é uma narrativa científica da geografia colonial portuguesa que recorre à análise dos  contextos institucionais, intelectuais e sociais não só do povo em questão mas também dos seus colonizadores.
A autora faz uma descrição pormenorizada dos modos de vida da Índia Portuguesa estruturando a sua obra na história e na descrição dos aspectos físicos e humanos.

 

Preço:38,00€

Referência:13557
Autor:CARVALHO, Antonio Joaquim de
Título:OS TOIROS, Poema heroe-Cómico
Descrição:

Typografia Nunesiana, Lisboa, 1796. In-8º de X-89 págs. Encadernação coeva em carneira com dizeres em rótulo de pele na lombada. Guardas em papel marmoreado da época. Papel mantendo a sonoridade original.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Um dos mais apreciados poemas herói-cómicos da nossa literatura que explora  o ridiculo de alguns episódios tauromáquicos. É um poema em quatro cantos e é considerado o melhor trabalho deste autor conhecido como "poeta jocoso".
Inocêncio I, 159. “Presumo que fosse natural de Lisboa; porém não o affirmo por falta de noticias certas. Parece que exercera em principio a arte de cabelleireiro, a qual deixou depois pela profissão de mestre de dança. Morreu octogenario, quasi cego e pobrissimo em 1817, morador na rua do Crucifixo; e que fora sepultado na ermida da Victoria. Não declara porém a sua naturalidade, nem os annos que tinha quando morreu. Os Touros: Poema heroi comico. Ibi, na Typ. Nunesiana 1796. 8.o de X 89 pag. - Ibi, na Imp. de João Nunes Esteves 1825. 8.o de 52 pag. Este poema em quatro cantos, em oitava rima, passa entre os criticos por uma das melhores, se não pela melhor de todas as produções do auctor. Alguns chegaram até a duvidar de que fosse obra só dele, e disse se que Belchior Manuel Curvo Semedo o polira e retocara antes da impressão'

Preço:95,00€

Referência:13845
Autor:CARVALHO, Hieronimo Ribeyro
Título:SERMAM DA PURISSIMA E IMMACULADA CONCEIÇAM DA SEMPRE VIRGEM MARIAEm Santa Anna, pregou-o o Doutro Hieronimo Ribeyro de Carvalho, Chantre da Sé de Coimbra, anno 1672.
Descrição:

Na officina de Rodrigo de Carvalho Coutinho, Coimbra, 1673. In-8º de 24-(2)págs. Br. Ostenta anotações da época em algumas páginas.

PRIMEIRA EDIÇÃO
INVULGAR

 

Observações:

Sermão sobre a Imaculada concepção de Maria proferido por Jerónimo Ribeiro de Carvalho chantre da Sé de Coimbra durante o século XVII e que foi um dos principais pregadores do seu tempo.

Inocêncio III, p. 275.

 

Preço:35,00€

Referência:14017
Autor:CHAGAS, Manuel Pinheiro
Título:HISTORIA DE PORTUGAL ( Edição Popular e Illustrada )
Descrição:

Lisboa, Escriptorio da Empreza, s.d. (ca. 1890) In-8º de 12 volumes com encadernação coeva em pele verde com dourados ao gosto da época nas lombadas. Acidez leve e generalizada, dada a qualidade do papel. Profusamente ilustrados com centenas de xilogravuras.

Completo.

Observações:

Segunda edição deste importante trabalho histórico que pretende divulgar os factos da História portuguesa junto do grande público.

Preço:225,00€

Referência:14002
Autor:CHAVES, Pedro
Título:RIFONEIRO PORTUGUÊS
Descrição:

Imprensa Moderna, Porto, 1928. In-8º de 282-(2) págs. Encadernação meia inglesa em pele com dizeres e florões a ouro na lombada. Com uma dedicatória não autógrafa. CONSERVA CAPAS DE BROCHURA

Observações:

Colectânea de adágios, anexins, provérbios ou máximas da “voz popular”, que o autor foi juntando ao longo da vida.
“ Desde muito novo me senti atraído para a colecção e estudo dos ditados populares. Seduziam-me a sua concisão, a profundeza do conceito, a forma sentenciosa e por vezes picaresca e a observação e filosofia que revelavam. O meu contacto quase permanente com a gente do campo que aplica ao seu mister, aos seus negócios, às suas desditas, os ditados que tantas vezes a guiam e tantas outras a confortam e com a gente do mar tão segura nas previsões do tempo quase definidas em rifões, facilitaram a colecção e despertavam-me o interesse. ”.

 

Preço:30,00€

Referência:13981
Autor:DACOSTA, Luísa
Título:DE MÃOS DADAS, ESTRADA FORA...
Descrição:

Livraria Figueirinhas, Porto, 1970. In-8.º de 103-(3) págs. Br. Ilustrado em extra-texto com ilustrações de Jorge Pinheiro.

Observações:

Antologia de prosa e poesia que encerra textos de vários autores como Irene Lisboa, Sá de Miranda, Cecília Meireles, Trindade Coelho, Eça de Queirós, Raul Brandão, Vitorino Nemésio, entre outros.

Preço:15,00€

Referência:13635
Autor:DEROUET, Luís
Título:ÁLBUM REPUBLICANO
Descrição:

Typographia Adolpho de Mendonça, Lisboa, 1908. In-4º de 161 folhas. Encadernação editorial em tela, um bocado cansada, com ilustração de teor republicano nas pastas. Profusamente ilustrado.

PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR

Observações:

Álbum de retratos e biografias dos principais activistas e também de alguns jornais republicanos que foi publicado em fascículos trimensais a partir de 1907, encerra retratos e biografias de  personalidades como Joaquim Teófilo Braga, Manuel José Arriaga Brum da Silveira, Bernardino Machado, Afonso Costa, António José de Almeida e Abílio Manuel Guerra Junqueiro.

Preço:65,00€

Referência:13768
Autor:DULAC, Antonio Maximino
Título:GENUINA EXPOSIÇÃO DO TREMENDO MARASMO POLITICO EM QUE CAHIO PORTUGAL, COM DESENGANADA INDICAÇÃO DOS UNICOS REMEDIOS APROPRIADOS Á SUA CURA RADICAL. Dedicada aos verdadeiros amigos do bem publico. Tomo I e Tomo II
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa, 1834. Dois tomos num volume só de in-8º de 219-(4) e 206-(6) págs. Encadernação meia inglesa em pele já cansada com dizeres a ouro na lombada. Sem capas de brochura.

PRIMEIRA EDIÇÃO

RARO

Observações:

 Obra onde António Maximino Dulac, Oficial da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino, e natural de França, analisa o declínio da situação política e económica de Portugal, usando para tal a comparação de Portugal com outros países europeus e tentando encontrar uma "cura" para o estado da nação. O autor faz um estudo exaustivo  da economia, história, agricultura e da politica portuguesa. No segundo volume aborda os árabes na Península Ibérica, dando ênfase ao reino de Abdullah (855-912) e Abd-ar-Rahman III (889-961). 

Preço:90,00€

Referência:13927
Autor:LACERDA, Aarão de ; LIMA, João de Lebre
Título:DIONYSOS. Revista mensal de Philosophia, Sciencia e Arte
Descrição:

Casa Minerva, Coimbra, 1912. 5 números de in-8º num volume só de 292-16 págs. Encadernação inteira em pele chagrin cor de vinho com dizeres a ouro na lombada e cervaduras douradas nas pastas. Conserva todas capas de brochura. Por aparar. Ilustrado em extra-texto.

PRIMEIRA SÉRIE COMPLETA.

INVULGAR.

Observações:

Primeira série completa desta revista muito interessante dirigida por Araão de Lacerda e por João Lebre de Lima e que teve como colaboradores nomes como Afonso Duarte, Silva Gaio, Fidelino de Figueiredo, Hyppolito Raposo, Bento Carqueja entre muitos outros.

Preço:100,00€

Referência:13983
Autor:LAPA, Albino
Título:HISTÓRIA DOS PAINEIS DE NUNO GONÇALVES
Descrição:

Edição de autor, Lisboa, 1935. In-8º de 120-(8) págs. Br. Capas de brochura empoeirada com alguns picos de acidez. Ilustrada em extra-texto. Obra impressa a duas colunas. Exemplar nº 151 numerado e assinado pelo autor. Cadernos por abrir.

Observações:

Livro muito curioso sobre a  Questão dos painéis de Nuno Gonçalves, uma das maiores polémicas culturais portuguesas do século passado que teve a particularidade de atrair personalidades destacadas da cultura e académicos da especialidade.

"...querendo ser util à questão que mais tinta ainda gastou em Portugal e para facilitarmos os estudiosos, resolvemos publicar a HISTÓRIA DOS PAINEIS DE NUNO GONÇALVES - em bases diferentes da QUESTÃO DOS PAINEIS."
 

Preço:38,00€

Referência:13827
Autor:LOBO, Eduardo de Barros
Título:VESPAS
Descrição:

Livraria Internacional de Ernesto Chardron/ edição de autor, Porto, 1880. Três tomos de in-8º de 63-63-64 págs. Br. Capas de brochura ligeiramente empoeiradas.

COLECÇAO COMPLETA

INVULGAR.

Observações:

Curiosa publicação de Eduardo Lobo Correia de Barros, conhecido nos meios jornalísticos e literários pelo pseudónimo de  "Baldemónio". Era uma revista mensal humoristica e que visava com as suas críticas a cidade do Porto (Tweve apenas estes 3 números).


“Quem somos, d’onde vimos, para onde vamos?” – “Pódes a teu gosto julgar a aparição d’esta ligeira chronica um facto calamitoso, após as ultimas chuvas de janeiro, como o despontar d’um cogumelo venenoso; e todavia fazemos certo empenho em te declarar que o nosso rutilante enxame vem de caso pensado e rixa velha, através das enxurradas do inverno, com um propósito a nosso vêr meritório: o d’acordar no teu animo, como um excitante de satyras bem aguçadas e finas á flôr da epiderme social, a noção innata do senso commum, – ainda assim não tenho comum como á primeira vista parece, – visto que o jornalismo indígena, com a uniformidade marcial d’um mot d’ordre, se tem constantemente empenhado em a adormentar á força de velhacarias prudhommescas.”

“somos na imprensa, apenas uma vez por mez, a expressão escripta do bom senso (…)vimos alli de cima, da calçada dos Clerigos, com a missão explicita de soltar sobre a época um bando d’ironias aladas (…) vamos (…) não para a gloria, pelo motivo bem simples de que é para o Suisso, a tomar café e cognac."

Preço:125,00€

Referência:13988
Autor:MACEDO JUNIOR, Diogo José de
Título:O MORAES DA MAGDALENA. (Recordações)
Descrição:

Tip. Rocha & Irmão, Gaia; 1924. In-8.º de 44-(4)págs. Br. Ilustrado em extra-texto com A. Gomes de Moraes, J. Gonçalves da Silva Mattos, um desenho de Camões de A. Teixeira Lopes e uma caricatura de Manuel Monterroso alusiva ao Canto II dos Lusíadas. Edição dedicada ao "Club de Villa Nova de Gaya, instituidor do Prémio "Luis de Camões" no 3.º centenário do Grande Épico".

INVULGAR.

Observações:

Opúsculo muito curioso sobre uma personagem de Gaia que era um grande camoniano. Encerra no final da monografia umas notas muito interessantes sobre tradições das gentes de Gaia.

Preço:23,00€

Referência:14035
Autor:NEMÉSIO, Vitorino
Título:MAU TEMPO NO CANAL
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, 1944. In-8º de 473-(6) págs. Br. Desenho da capa é de Bernardo Marques. Capas de brochura ligeiramente amarelecida pelo tempo e com alguns picos de acidez. Valorizado pela dedicatória autógrafa muito expressiva.
 

PRIMEIRA EDIÇÃO.

RARO.

Observações:

Romance que segundo David Mourão-Ferreira é "A obra romanesca mais complexa, mais variada, mais densa e mais subtil em toda a nossa história literária". Foi publicado em 1944  e retrata a sociedade açoriana, mais concretamente, a sociedade da cidade da Horta. Acima de tudo, é um romance que aborda o isolamento.
Esta obra ganhou o Prémio Ricardo Malheiros da Academia de Ciências de Lisboa.

" O mundo, aliás, nunca lhe aparecera tão vivo, representado na sua solidão de solteiro pela própria força do silêncio da noite e do esgotamento de um dia gasto à espera daquela mensagem de Margarida que dois meses enchiam de uma necessidade dolente e tornavam cada vez mais longínqua. Mas a própria intensidade e uso desse desejo criava em João Garcia um começo de palpitação daquilo por que esperava, como se a carta fosse o seu próprio cérebro excitado, e as sombra do fundo do quarto, o guarda-fato de espelho, o cubículo que lhe servia de escritório abafado em veludos puídos e me laçarotes encarnados derivassem da projecção do papel em que Margarida lhe escrevesse."

 

Preço:200,00€

Referência:14031
Autor:NOBRE, António
Título:
Descrição:

Lisboa, Guillard, Aillaud & Cia., 1898. In-8º esguio de 172- (4) págs. Encadernação inteira de chagrin fino azul com deourados em casas fechadas na lombada e filetes duplos nas pastas. Corte superior das folhas douradas, coifas e seixas com decoração floreada. Conservas capas de brochura esta com ligeiro defeito. Rubrica coeva de posse no ante-rosto.

PEÇA DE COLECÇÃO.

Observações:

É a muito invulgar segunda edição de um dos maiores e mais  queridos livros de Poesia Portuguesa, numa esmeradíssima edição impressa em Paris sobre papel couché ricamente decorada com vinhetas tipográficas e impressões a cores de aguarelas representando costumes e vistas portuguesas .

É este escritor que um poeta nosso contemporâneo recente – João Miguel Fernandes Jorge – louvava no semanário Expresso (11 de Abril, 1987) nos seguintes termos: «[...] O Só é uma lição de portugalidade, aprendi nele Portugal e foi ele que me conduziu à monarquia, por exemplo [...]. Penso que toda a poesia arrasta consigo um sentido de mensagem, por isso o Nobre me seduziu. O Nobre é um dos mentores do Estado Novo. [...]»

Preço:280,00€

Referência:13896
Autor:OLIVEIRA, Cândido
Título:TARRAFAL o pântano da morte
Descrição:

Editorial República, S/L, 1974. In-8º de 152-(4) págs. Br. Capa com ilustração de Stuart Carvalhais. Livro com alguns sinais de uso.

Observações:

Livro publicado postumamente e bastante expressivo sobre  a Colónia Penal do Tarrafal, na Ilha de Santiago e que estava estava destinada a receber os presos condenados a pena de desterro pela prática de crimes políticos.


"... à memória dos 30 mortos que repousam no cemitério do Tarrafal; aos mártires do campo de concentração do Tarrafal de Santiago de Cabo verde; aos heróis e mártires da luta antifascista..."


Com uma nota prévia de  José Magalhães Godinho, "... Curvo-me, respeitoso, comovido, e com a maior saudade perante a memória do meu querido amigo e companheiro Cândido de Oliveira, homem íntegro, lutador intemerato, um dos sacrificados e uma das grande vítimas, pelo muito que sofreu, pelas brutalidades inumanas de que foi objecto, nesse negregado período do salazarismo que só por ironia, maldade e má fé, ainda há quem teime em considerar um regime meramente paternalista!"


Excerto:
"Para além da espessa e alta muralha de terra, do profundo e largo fosso, da intrincada e agressiva teia de arame farpado está o Campo.Colónia e Campo não têm ali a mesma compreensão. Justificadamente. A Colónia significa toda a área da Achada Grande, de um quilómetro quadrado, adquirida pelo Estado, e desgarrada da jurisdição do governador de Cabo Verde para ficar directamente dependente do capitão Agostinho Lourenço da PVDE.A área da Colónia não pertence nem depende do Ministério das Colónias. É zona autónoma. As autoridades locais não têm a menor jurisdição sobre aqueles terrenos nem sobre os indivíduos que neles vivem. Nem ali podem entrar sem prévia autorização do director do Campo de Concentração, que depende sob todos os aspectos do Ministério do Interior.É uma dependência da PVDE! Como o Forte de Caxias ou o Forte de Peniche ou a cadeia do Aljube. Enquadra-se na série de depósitos de presos à disposição da polícia política, e sujeitos à autoridade discricionária do capitão Agostinho Lourenço- o Krammer português- o que lhe permite transferir livremente o preso político de um depósito para outro... A passagem do Aljube para Caxias ou de Peniche para o Tarrafal é da competência do director da PVDE!Deste modo, a Colónia, é terreno feudal. Nem o Ministério da Justiça, nem o Ministério das Colónias, nem qualquer outra autoridade pode intervir ou conhecer o que se passa no Tarrafal".

Preço:18,00€

Referência:13788
Autor:OLIVEIRA, Manuel Caetano de
Título:DURANTE A MONARQUIA DOS TRAULITEIROS De 19 de janeiro a 13 de feveirero de 1919: Depoimento duma vitima
Descrição:

Edição do Autor, Porto, 1919. In-8º de 18-(12)págs. Br. Profusamente ilustrado ao longo do texto com imagens bastante gráficas.
 

MUITO RARO.

Observações:

Opúsculo sobre os Trauliteiros, milicia armada e violenta da chamada "Monarquia do Norte", ilustrado não só com fotografias muito gráficas de algumas vítimas e do grupo de agressores como também com algumas cartas e contratos relacionados com os trauliteiros.

Preço:45,00€

Referência:14012
Autor:OLIVEIRA, Paulino
Título:POEMAS de ...
Descrição:

Edições Descobrimento, Lisboa, 1932. In-4º de 379 págs. Br. Cadernos por abrir. Ilustrado com um retrato a lápis do autor. Valorizado pela emotiva dedicatória  de João de Castro Osório de Oliveira (filho do autor e de Anna Castro Osório).

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Livro publicado postumamente com a reunião da poesia de Paulino de Oliveira e com prefácio do poeta João de Castro Osório de Oliveira, seu filho.


Num extenso artigo publicado no Diario De Noticias em 10-6-64 aquando do centenário da morte de Paulino de Oliveira, David Mourão-Ferreira relembra o que Fernando Pessoa tinha escrito sobre o autor  "Tão intenso, porém., era o sentimento pagão que nele animava que em alguns poemas conseguiu fugir do cárcere. Esses poemas, creio, ficarão. Não deixarão, quase o afirmo, de ser incluídos na Antologia Portuguesa definitiva que alguém futuro formará", concordando com essa afirmação mas acrescentando que "Impossível... reduzir reduzir essa obra à exclusiva dimensão do paganismo. Se Paulino de Oliveira, sob muitos aspectos, se aparenta a um Teixeira-Gomes - pertence, por outros, não menos importantes, á familia espiritual de um Teixeira de Pascoais. Estará mesmo, talvez -como, poe exemplo, mais tarde acontecerá com António Patricio- a igual distância de um e de outro."

Rastros

De chofre, como rápido meteoro
Que risca as minhas noites mal veladas
Surgem faiscando e fogem apressadas
Coisas que mal compreendo e mal decoro

Lembranças vagas a que em vão imploro
E estendo os braços... coisas apagadas,
Rastros de antigos prantos e risadas
Que debandaram em sombrio coro

É como o lastro dessas caravelas,
Dantes povoadas, de enfunadas velas,
Em que embarquei à busca dos desejos...

Passa um perfume conhecido, vago -
Aura de rotos panos, velho afago,
Rastro de aroma, a ideia dos teus beijos!

 

Preço:30,00€

Referência:14024
Autor:RIBEIRO, Aquilino
Título:LUIS DE CAMÕES Fabuloso e Verdadeiro. Vol. I (e II)
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, s/d. 2 vols de in-8º de 317-(3) + 340-(4) págs. Br. Cadernos por abrir. Exemplares de uma tiragem especial de 60 exemplares, em papel avergoado, numerados e assinados pelo autor.

Observações:

Importante e estimado ensaio que é uma espécie de romance histórico sobre a vida de Luís de Camões.

Preço:75,00€

Referência:14023
Autor:RIBEIRO, Aquilino
Título:GEOGRAFIA SENTIMENTAL (História, paisagem, folclore)
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, s.d.. In-8.º de 362-(2) págs. Br. Cadernos por abrir. De uma tiragem especial, em papel avergoado, de 60 exemplares assinados e numerados pelo autor. POR ABRIR.

Observações:

Obra de Aquilino onde ele traça a sua geografia sentimental pelas terras da Beira Alta. Encerra um capítulo camiliano: "Uma passagem do “Amor de Perdição”.
"O autor desdobra diante dos seus leitores um pedaço do mapa de um dos mais curiosos recantos de Portugal (...) Aquilino conduz, dominando pela sua palavra, todo aquele que o leia (...) um largo friso de apontamentos que ajudam a dar mais relevo a essa região que fica, assiim, na memória do leitor, conhecendo-a, mesmo que nunca a tivesse visitado"
in República, 08/06/1951

Preço:50,00€

Referência:14022
Autor:RIBEIRO, Aquilino
Título:PORTUGUESES DAS SETE PARTIDAS (Viagens, aventureiros, troca-tintas)
Descrição:

Livraria Bertrand, Lisboa, s.d. In-8º de 362-(2) págs.Br. Cadernos por abrir. Exemplar da tiragem especial de 60 exemplares, impressa em papel avergoado, numerados e assinados pelo autor.

 

Observações:

Obra que aborda a vida de  viajantes, aventureiros e troca-tintas portugueses e como o autor refere "tem a pretensão de ser história, história mais ou menos colorida, mais ou menos romanceada, tamisada de datas, de referências, de citações, porque o Mundo não vai para grandes estopadas"

Preço:50,00€

Referência:13936
Autor:SANTOS, Eurico
Título:DA EMA AO BEIJA-FLOR (Vida e Costumes das Aves no Brasil)
Descrição:

 F. Briguiet, Rio de Janeiro, 1938. in-8º de 334-(2) págs. Rncadernação meia inglesa em tela com dizeres a ouro na lombada. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com desenhos de Marian Colonna.

INVULGAR.

Observações:

Do Prefácio:

Na distribuição geral das aves pela face da terra, ficou o Brasil com a parte do leão. Das 7.220 espécies de Aves que Sclater diz existirem no  Globo, possue o nosso país 1.600 espécies, em números redondos. Se quisesse esclarecer mais êsse aspecto, diria que, por exemplo, Portugal possue 310 espécies, a Alemanha 420, os Estados Unidos 760 e a nossa vizinha Argentina, 877.
(...)
Pudesse eu contagiar aos meus leitores a admiração pelas aves, o interesse pelos seus costumes e o respeito pelas suas vidas, tão sagrAdas quanto as nossas, e teria conseguido o principal desejo que me guiou, ao escrever êsse livro.

Preço:30,00€

Referência:13929
Autor:SANTOS, Luís Reis
Título:VASCO FERNANDES E OS PINTORES DE VISEU DO SÉCULO XVI
Descrição:

Edição do Autor, Lisboa, 84-(78) págs.Encadernação editorial. Profusamente ilustrado  gravura policromática de S. Pedro, de Grão Vasco e em extra-texto  78 páginas, com estampas das obra atribuída ao pintor Grão Vasco. Valorizado por encerrar um cartão do autor com uma dedicatória.

INVULGAR.

Observações:

Primeira monografia artística e biográfica de Vasco Fernandes, o "Grão Vasco", é também uma obra de referência sobre a famosa Escola de Viseu e os  seus pintores mais famosos: Vasco Fernandes (Grão Vasco), Gaspar Vaz, António Vaz entre outros.

"A glória de Vasco Fernandes, o Grão-Vasco portentoso que a tradição converteu em lendária figura nacional, em génio criador de todos os painéis existentes no País e pintados sobre tábuas, nos séculos XV e XVI, à maneira gótica e renascentista, há já muito reclama a sua monografia histórica."

Preço:60,00€

Referência:13787
Autor:sem autor definido
Título:TRATADO DA EDUCAÇÃO FYSICA DOS MENINOS para uso da nação portugueza publicado por ordem da Academia Real das Sciencias.
Descrição:na Officina da Academia Real das Sciencias, Lisboa, 1790. In-8º de VIII-119 p.págs. Encaderação coeva em pele com pastas decoradas com papel pintado da época. Leves manchas ao longo do miolo, sem comprometer a estrutura sólida do papel. Apesar de alguns defeitos, muito bom exemplar desta já OBRA MUITO RARA.
Observações:Primeiro livro de pediatria em língua portuguesa. Segundo Almeida Garrett, na sua obra, publicada em 1829, "Da Educação" “Os dois breves, simples e excelentes tratados dos D.D. Mello-Franco e F.J. d’Almeida devem andar nas mãos de todos os pais e educadores”
Preço:265,00€

Referência:13915
Autor:SIMÕES, Veiga
Título:ELEGIA DA LENDA Livro das Saudades
Descrição:

Editora Magalhães & Moniz, Porto, 1912. In-8º de 370 págs. Br. cadernos por abrir. Por aparar.

PRIMEIRA EDIÇÃO
INVULGAR

Observações:

Curioso livro de memórias escritas sob a foma de contos escrito por Veiga Simões, estudante que foi na cidade de Coimbra. bastante Importante  para  a  história  estudantil  de Coimbra do começo do século XX.

Preço:28,00€

reservado Sugerir

Referência:13910
Autor:SOMBRIO, Carlos
Título:BELDEMÓNIO
Descrição:

Edição do autor, Figueira da Foz, 1942. In. 8º de 166 págs. Br. Capa de brochura ilustrada por Moreira Júnior. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com desenhos, fac-símiles de frontispícios  de  livros,  de  jornais e de cartas suas.

 

Observações:

Biografia exaustiva de Eduardo de Barros Lobo,  escritor português da primeira metade do séc. XIX, que sob o pseudónimo de Beldemónio publicou vários jornais, revistas e livros de teor muito crítico para com a sociedade e politica portuguesa.

Preço:19,00€

Referência:13999
Autor:TAUNAY, Affonso de E.
Título:HISTÓRIA DA CIDADE DE SÃO PAULO
Descrição:

Edições Melhoramentos, São Paulo, 1953. In-8º de  272 págs. Encadernação editorial em tela com dizeres a ouro na pasta e na lombada. Profusamente ilustrado ao longo do texto.

Observações:

Relata a história de São Paulo desde sua fundação (1554) até a época em que o livro foi escrito, fazendo uma rigorosa análise histórica e um estudo da formação do antigo burgo, vila e depois cidade de São Paulo. Encerra capítulos sobre os aspectos sociais, económicos, culturais, geográficos, o comércio, as drogas da terra, a indústria algodoeira, a agricultura, a fauna e a flora, as bandeiras, as mudanças demográficas, os vários governos coloniais, etc.

"AO APROXIMAR-SE a efeméride, quadricentenária, de 25 de janeiro de 1954, observaram-me diversos amigos que me caberia apresentar ao público uma súmula da história da Cidade de São Paulo, já que, desde largo lapso, vinha examinando detidamente os seculares anais do burgo de Manuel da Nóbrega evoluído em vila e cidade, para atingir o extraordinário vulto, que o consenso universal lhe reconhece, como dimensões e importância, civilização e progresso acelerado. E realmente trinta e cinco anos decorreram desde que encetei uma série de trabalhos dos quais resultou a publicação de extensa seqüência de volumes baseados no exame pormenorizado dos fastos paulistanos, a partir da era quinhentista e dos próprios dias da fundação."

Preço:35,00€

Referência:13602
Autor:TEIXEIRA, Marianno Vicente de Bastos
Título:BREVE TRACTADO DO BORDADO A MATIZ, E PETIT POINT ornado de um mappa das côres, com os nomes mais conhecidos pelo vulgo, para milhor intelligencia, acompanhado do curioso, symbolo, e significação das côres. O.D.C. ao bello sexo
Descrição:

Typographia da Gazeta dos Tribunaes, Lisboa, 1846. In-8º de 56 págs. Encadernação meia inglesa  com dizeres e florões a ouro na lombada. Ilustrado em extra-texto e com um desdobravél a cores com um curioso Mappa de cores.

INVULGAR.

Observações:

Livro muito curioso, dedicado ao bello sexo, sobre o método de bordar a matiz e a petit-point, que encerra também um capítulo sobre as cores os seus simbolos e o seu significado.

Preço:65,00€

Referência:13825
Autor:VASCONCELOS, José Leite de
Título:DICCIONARIO CHOROGRAPHICO DE PORTUGAL. Ampliado,melhorado e corrigido por A. Peixoto do Amaral
Descrição:

Livraria Portuense,Porto, 1902. In-8º de 193-(2) págs. Meia encadernação modesta, com as pastas em cartonagem marmoreada.

SEGUNDA EDIÇÃO.

Invulgar.

Observações:

Dicionário corográfico de Portugal organizado por Leite e Vasconcellos e ampliado, melhorada e corrigida por Peixoto do Amaral.

"Contendo todos os districtos, concelhos, comarcas e freguezias de Portugal e ilhas adjacentes: as distancias das freguezias á sede do concelho, e d'este á séde dos respectivos districtos. Todos os habitantes e fogos tanto de cada freguezia, como de cada concelho, e de cada districto administrativo. Todos os rios com o percurso expresso em kilometros e todos os montes com a respectiva altitude expressa em metros."

 

Preço:40,00€

reservado Sugerir

Referência:13798
Autor:VASCONCELOS, José Leite de
Título:ANTROPONIMIA PORTUGUESA.Tratado comparativo da origem, significação, classificação, e vida do conjunto dos nomes próprios, sobrenomes, e apelidos, usados por nós desde a Idade Média até hoje.
Descrição:

Imprensa Nacional, Lisboa., 1928. In-4º de  659 págs. Br. Capas de brochura envelhecidas e com picos de acidez. Cadernos por abrir.

PRIMEIRA EDIÇÃO.

Observações:

Obra magistral de Leite de Vasconcellos sobre a antroponimia portuguesa onde o autor aborda a origem, o significado e a classificação dos nomes portugueses.

Preço:95,00€

Referência:13699
Autor:VAZ, Francisco d'Assis de Sousa
Título:MEMORIA SOBRE A INCONVENIÊNCIA DOS ENTERROS NAS IGREJAS, E UTILIDADE DA CONSTRUCÇÃO DE CEMITÉRIOS
Descrição:

Imprensa de Gandra e Filhos, Porto, 1835, in-8º de 51 págs. Encadernação em papel marmoreado. Não conserva capas de brochura. Miolo com alguns picos de acidez.

INVULGAR.

Observações:

Uma das primeiras obras publicadas em Portugal que aborda os graves inconvenientes do  costume de se enterrarem os mortos nas Igrejas. Sousa Vaz não só refere as questões higiéniccas como apresenta o conceito de cemitério como "Atheneu Histórico" e "Museu da Morte". Para o autor, o cemitério oferecia às famílias “principais e abastadas” um “vasto campo da natureza” privilegiado para a construção dos seus túmulos “debaixo da direcção das Belas-Artes”, tornando-os assim monumentos aos falecidos promovendo assim , a “abertura de um novo campo das artes, estimulariam a produção dos artistas, que certamente quereriam rivalizar entre si com suas obras, e concorreriam para fazer imprimir nas artes progressos espantosos”.

Preço:85,00€

Referência:13956
Autor:VILLIERS, Alan
Título:A CAMPANHA DO ARGUS uma viagem aos bancos da Terra Nova e Gronelândia
Descrição:

Livraria Clássica Editora, Lisboa, s/d. In-8º de 366-(2) págs. Br. Ilustrado em extra-texto com fotografias do autor. Capa de brochura com alguns picos de acidez.

Observações:

Obra escrita, a convite de Pedro Teotónio Pereira, embaixador português em Washington,pelo marinheiro Australiano Alan Villiers sobre  a epopeia dos pescadores portugueses, num dos mais belos veleiros da frota bacalhoeira portuguesa, o Argus.
Villiers embarcou com os pescadores portugueses e durante cinco meses, viu e registou a dureza da “faina maior” para a documentar. Naquele tempo, a pesca do bacalhau por “homens de ferro em navios de madeira”, a mítica “frota branca”, era a última grande actividade económica que fazia uso da navegação à vela para viagens transoceânicas.
Através desta obra de Alan Villiers no “Argus”, ficamos com uma imagem da pesca portuguesa que até 1974 utilizava ainda  o método tradicional de pesca, apanhavam o bacalhau com isco e à linha a partir de pequenos botes, denominados “dóris”, que saiam do navio-mãe para a água.

Preço:40,00€

Referência:13998
Autor:VITORINO, Pedro
Título:INVASÕES FRANCESAS
Descrição:

Livraria Figueirinhas, Porto, 1945. In-8.º de 199-(3) págs. Br. Ilustrado em extra-texto com gravuras a preto e branco coladas sobre cartolina encarcelada. Nítida impressão sobre papel de gramagem e qualidade superior. Capas de brochura quase impecável não fosse uma pequena manchinha no canto inferior direito.

 

 

Observações:

Trabalho muito exaustivo sobre as invasões francesas a Portugal com um prefácio de J. A. Pires de Lima.


(...) Tornadas as montanhas de Tôrres, baluarte inexpugnável, a vitória estava assegurada!
Pela terceira vez no nosso território, Wellington media-se com os invasores. O vigor indómito do chefe anglo-luso lançá-los-ía definitivamente para longe das fronteiras. (...)

Preço:28,00€
página 1 de 2